21/03/2018 - 20h30

[ESPECIAL] Mock Draft NFL 2018 do The Playoffs #3

Confira os palpites de Lucas Oliveira para o maior recrutamento de atletas do esporte

ESTÁ CHEGANDO A HORA! O Draft de 2018 da NFL começa em 26 de abril, e não se fala em outra coisa na Liga. Afinal, quem seu time escolherá na primeira rodada do recrutamento?

O The Playoffs te ajuda a entender melhor as possibilidades com mais uma edição do nosso Mock Draft, após o Combine e tudo muito mais claro para os analistas! Toda semana teremos mock novo com diferentes redatores do TP, explorando também diferentes possibilidades.

Na parte 3 dos palpites, passando a agitada semana 1 da free agency da NFL e uma troca bombástica entre Jets e Colts, Lucas Oliveira montou seu mock da primeira rodada. Confira a análise e como ficaria a seleção dos prospectos segundo ele.

IMPORTANTE: o Mock Draft é uma projeção do que pode acontecer de acordo com nossas opiniões sobre cada jogador, necessidades dos times e informações que surgem semanalmente. Aqui, em alguns casos, também projetamos trocas possíveis.

MOCK DRAFT NFL 2018: THE PLAYOFFS

#1 – Cleveland Browns: Sam Darnold (QB, USC)

Os Browns são os donos do próprio destino no Draft de 2018. Com duas escolhas entre a quatro primeiras gerais, a franquia de Cleveland aposta sua first pick em Darnold, esperando encontrar o seu tão sonhado franchise quarterback, já que o under center pode não sobrar na quarta escolha, por conta da troca entre Jets e Colts. Enquanto Tyrod Taylor comanda o reforçado ataque do time de Ohio, o produto de USC terá o tempo necessário para se desenvolver como o futuro dos Browns.

#2 – New York Giants: Josh Rosen (QB, UCLA)

Mesmo não descartando a possibilidade de trocar a escolha, os Giants não podem negar que precisam pensar no sucessor de Eli Manning no comando da franquia. E por mais que o head coach Pat Shurmur banque a titularidade e a permanência do camisa 10 por mais alguns anos, a escolha de Rosen como seu substituto é a mais provável. O ex-UCLA é o mais prolífico pocket passer e preciso quarterback desta classe, fazendo dele o substituto ideal para Manning depois de sua aposentadoria.

#3 – New York Jets: Baker Mayfield (QB, Oklahoma)

A classe de 2018 é vista como uma das melhores no quesito quarterback. E com a troca com os Colts, parece que os Jets também buscam pelo signal caller que lidere a equipe ao título. Baker Mayfield pode ser o playmaker com encaixe perfeito para as necessidades do lado verde de Nova York. O atual vencedor do Heisman Trophy tem qualidade e personalidade suficientes para lidar com a pressão da ‘Big Apple’.

#4 – Cleveland Browns (via Houston Texans): Saquon Barkley (RB, Penn State)

Após escolher o seu futuro QB, John Dorsey finalmente escolhe o melhor prospecto de 2018, também por conta de sua grande atuação no Combine da NFL. Barkley poderá formar o ataque dos sonhos em Cleveland com Tyrod Taylor, Jarvis Landry, Josh Gordon, David Njoku e uma boa linha ofensiva. O running back ainda contará com Carlos Hyde e Duke Johnson na rotação do back field, sendo o pesadelo de muitas defesas da liga.

#5 – Denver Broncos: Quenton Nelson (OG, Notre Dame)

A franquia de Denver tem algumas necessidades a suprir. Uma delas é a proteção de seu signal caller. Com a chegada de Case Keenum para assumir a posição de QB titular, John Elway aposta no melhor prospecto de linha ofensiva nos últimos anos. Ele é um jogador de elite, com excelente tamanho, potência rara e um finalizador de bloqueios único. Nelson tem todas as ferramentas para ser o melhor bloqueador de corrida na NFL e será mais que confiável na proteção de Keenum.

#6 – Indianapolis Colts: Bradley Chubb (DE, NC State)

Contando com um dos piores pass-rushes da NFL, os Colts têm a chance de escolher o melhor defensive end deste Draft. Indianapolis passará a atuar no esquema 4-3, onde Chubb vem para sem o pilar da defesa de Indy. Com força, potência e velocidade mortais para qualquer linha ofensiva, o ex-Wolfpack pode causar impacto desde o primeiro snap.

#7 – Tampa Bay Buccaneers: Minkah Fitzpatrick (CB/S, Alabama)

Precisando reforçar sua defesa de uma forma geral, Fitzpatrick é o híbrido defensor que os Bucs precisam. Podendo atuar tanto como cornerback ou como safety, o jogador foi um dos trunfos da defesa de Alabama e se estabeleceu como um dos melhores jogadores do college football. O versátil defensive back fará uma grande dupla com Vernon Hargreaves.

#8 – Chicago Bears: Denzel Ward (CB, Ohio State)

Denzel Ward é mais um oriundo da excelente escola defensive backs de Ohio State. O versátil cornerback tem excelente capacidade atlética, de marcação e na defesa de passes, mas ainda tem que trabalhar habilidade de ball hawk. Mesmo assim, tem tudo para se tornar o CB1 de qualquer franquia, fazendo que os QBs adversários evitem lançar na sua direção.

#9 – San Francisco 49ers: Tremaine Edmunds (LB, Virginia Tech)

Com a definição de seu franchise quarterback em Jimmy Garoppolo e a adição de Richard Sherman como principal CB, os Niners buscam no atlético e dinâmico defensor de Virginia Tech a liderança para o jovem grupo de LBs da franquia. Principalmente depois dos problemas que Reuben Foster vem causando na offseason. Tremaine Edmunds é um versátil playmaker, com encaixe perfeito no esquema defensivo de Robert Saleh.

#10 – Oakland Raiders: Roquan Smith (OLB, Georgia)

Os Raiders contam com buracos em toda sua defesa, sendo seu principal ponto fraco. Mesmo com a necessidade de reforçar a secundária, Roquan Smith aparece como melhor jogador disponível para causar impacto imediato. Ainda mais por conta de sua capacidade de correr sideline a sideline com extrema velocidade, parar corridas, defender passes e se infiltrar no back field, mesmo com sua baixa estatura para a posição.

#11 – Miami Dolphins: Calvin Ridley (WR, Alabama)

Com a saída de Jarvis Landry, os Dolphins priorizam a escolha pelo melhor wide receiver da classe de 2018. Calvin Ridley foi o principal alvo do time de Nick Saban, mesmo não tendo bons quarterbacks ao seu lado. Altura e velocidade são as principais características do recebedor, sendo um excelente alvo para big plays.

#12 – Buffalo Bills (via Cincinnati Bengals): Josh Allen (QB, Wyoming)

Depois da troca com os Bengals, o Buffalo Bills vê seu futuro signal caller caindo no colo. Após a contratação de A.J. McCarron – que provavelmente será usado como uma ponte – o destaque da universidade de Wyoming mostrou grande atletismo e o braço mais forte da classe no Combine, tendo um grande potencial de liderar o ataque dos Bills em algum tempo.

#13 – Washington Redskins: Vita Vea (DT, Washington)

A pior defesa contra o jogo terrestre na temporada passada finalmente teria a disposição um nose tackle dominante para o esquema 3-4 utilizado pela franquia. Capaz de pressionar a OL adversária e ocupar dois bloqueadores, Vita Vea é a melhor opção como run blocker deste Draft. Com porte físico de dar inveja (1,93 cm e 157 kg), o jovem defensor é playmaker ideal para a franquia da capital.

#14 – Green Bay Packers: Marcus Davenport (DE/EDGE, UTSA)

Os Packers podem buscar um defensive back ou um wide receiver para suprir carências, mas a necessidade de pressionar o QB rival aparece como uma das prioridades da franquia de Wisconsin. Davenport vem da pequena University of Texas at San Antonio, mas sua capacidade de pash-rusher não pode ser descartada. O edge defender anotou 21,5 sacks ao longo da carreira universitária e mostra evolução atlética a cada ano.

#15 – Arizona Cardinals: Derwin James (S, Florida State)

Com a chegada dos QBs Sam Bradford e Mike Glennon, e a saída de Tyrann Mathieu, os Cardinals vão suprir a necessidade de um forte safety capaz de ocupar o lugar do ‘Texugo do Mel’ e manter a força da secundária. Com força, velocidade e agressividade como pontos fortes, James liderou a defesa do Seminoles com 186 tackles (15 para perda de jardas), 5,5 sacks e 3 interceptações. O strong safety é comparado com ninguém menos que Kam Chancellor.

#16 – Baltimore Ravens: Courtland Sutton (WR, SMU)

Os Ravens tiveram o pior jogo aéreo da temporada de 2017. Já nesse ano, o time de Baltimore acertou a contratação dos wide receivers Michael Crabtree e John Brown. Contudo, a adição de outro grande recebedor como Sutton para Joe Flacco é o ideal para as ambições da franquia de Maryland na disputada AFC North. Em seu último ano com os Mustangs, ele anotou 12 touchdowns e 1.085 jardas recebidas, isso sem poder contar com um grande QB ao seu lado.

#17 – Los Angeles Chargers: Mike McGlinchey (OT, Notre Dame)

Do mesmo jeito que os Giants acreditam em Eli Manning, os Chargers parecem acreditar em Philip Rivers por mais alguns anos. A franquia de LA contratou na free agency o center Mike Pouncey e o tackle D.J. Fluker, para fortalecer ainda mais o pocket para Rivers que já conta com Dan Feeney e o Pro Bowler Russell Okung. Contudo, a adição de outro OT rápido e dominante como McGlinchey, seria perfeito ao longo da temporada.

#18 – Seattle Seahawks: Isaiah Wynn (OG, Georgia)

O desmanche em Seattle é grande. A saída de jogadores chaves da defesa e do ataque, fazem que o time de Pete Carroll reforce a proteção na sua maior estrela: Russell Wilson. O signal caller foi o mais sacado de toda a NFL. A adição de um guard como Isaiah Wynn pode dar uma vida mais tranquila para o camisa 3 dos Seahawks.

#19 – Dallas Cowboys: Da’Ron Payne (DT, Alabama)

Com necessidade de reforçar a defesa como um todo, os Cowboys apostam em Da’Ron Payne com uma grande solução, literalmente. O DT é enorme e tem grande capacidade de parar corridas. Payne é o segundo melhor jogador da posição na classe, mais ainda tem de melhorar o primeiro passo para o próximo nível, mas o seu trabalho de mãos será bem aproveitado em Dallas.

#20 – Detroit Lions: Sam Hubbard (DE, Ohio State)

Os Lions colocaram a franchise tag em Ziggy Ansah, mas ainda precisam de um defensive end que coloque pressão no QB adversário. Com Maurice Hurst diagnosticado com um tipo de problema do coração, o DE de Ohio State chega ao Draft como um diamante bruto. Em 2017 foram 13,5 tackles para perda de jardas, além de forçar dois fumbles e conseguir uma interceptação. A escolha de Hubbard poderá ser um grande steal para os Lions, desde que ele seja bem trabalhado.

#21 – Cincinnati Bengals (via Buffalo Bills): Will Hernandez (OG, UTEP)

Cincinnati continua a reforçar a sua linha ofensiva, principalmente para impor o seu jogo em power-running com o RB Joe Mixon como peça chave. Para isso, os Bengals veem em Hernandez um guard que tem como principal arma a força e explosão para atacar a defesa, mesmo sendo considerado um pouco baixo para a posição. Em 2017, o produto da universidade de Texas-El passo foi eleito para o secund-team All-American pela Associated Press. Ele também conseguiu 37 repetições com 105kg no supino no NFL Combine, confirmando sua força.

#22 – Buffalo Bills (via Kansas City Chiefs): James Daniels (C, Iowa)

Com a saída de algumas peças chaves da OL e depois da aposentadoria precoce do center Eric Wood por lesão, os Bills escolhem o melhor center disponível no Draft, depois da lesão de Billy Price durante um exercício do Combine. Daniels é uma grande adição para proteção de McCarron – e de Allen. O ex-Hawkeyes é um bloqueador ultra atlético, com boa movimentação de pés e alto Q.I.

#23 – Los Angeles Rams: Rashaan Evans (LB, Alabama)

Com a saída de Alec Ogletree para os Giants, a defesa dos Rams precisa de um novo comandante. Evans lembra as características de Ogletree, com uma excelente explosão e ótima velocidade. Uma ameaça constante para o ataque adversário. Vindo da poderosa defesa de Crimson Tide, ele aproveitou seu senior year para se estabelecer como um dos principais jogadores da posição do país. Em 2017, terminou com 74 tackles, sendo 13 deles para perda de jardas, e seis sacks. Números expressivos para um inside linebacker.

#24 – Carolina Panthers: Christian Kirk (WR, Texas A&M)

Os Panthers precisam de bons alvos para Cam Newton, e nada melhor do que o ‘capitão Kirk’ para ajudar o ‘Superman’. O WR reúne altura, força física, atleticismo, explosão, ótimas mãos e demonstra certa facilidade em separação nas suas rotas. Em seu último ano no college, foram 919 jardas recebidas para 10 touchdowns, fazendo dele uma ótima arma para Carolina junto ao seu xará Christian McCaffrey, Curtis Samuel e Devin Funchess.

#25 – Tennessee Titans: Harold Landry (DE/EDGE, Boston College)

Os Titans precisam de um defensive end que pressione o pocket rival, isso é claro. Landry conseguiu números espetaculares em 2016 na ACC: 16,5 sacks e 22 tackles para perda de jardas. Mesmo não tendo uma temporada tão prolifera em 2017, o jogador pode causar impacto imediato pela defesa de Tennessee ao demonstrar sua qualidade em campo.

#26 – Atlanta Falcons: Harrison Phillips (DT, Stanford)

Com a saída de Dontari Poe, os Falcons vão atrás do jogador mais forte do Combine deste ano, com 42 repetições de supino com 105 kg. Seu tamanho e força podem fazer a diferença de acordo com sua adaptação a velocidade de jogo da NFL. Em sua última temporada pelo Cardinal, ele liderou o time em tackles, com 103 (17 para perda de jardas), 7,5 sacks e dois fumbles forçados como terceiranista.

#27 – New Orleans Saints: Lamar Jackson (QB, Louisville)

Os Saints sabem que a saga de Drew Brees um dia chegará ao fim. E mesmo tendo que trabalhar a mecânica e a precisão nos passes, a escolha por Lamar Jackson é a mais acertada para o futuro, já que o vencedor do Heisman de 2016 terá um dos melhores signal callers da NFL como tutor. O jovem QB terá muito o que provar para acabar com a desconfiança sobre ele, mas seus números no college fazem dele uma das armas mais mortais no back field. Durante seus três anos em Louisville, Jackson teve um total de 9.043 jardas aéreas totais, 69 passes para TD e 27 interceptações. Fora 4.132 jardas terrestres e 50 TDs corridos.

#28 – Pittsburgh Steelers: Leighton Vander Esch (ILB, Boise State)

Com a lesão de Ryan Shazier, os Steelers perderam um dos pontos chaves de sua defesa. A escolha pelo inside linebacker pode ser o encaixe ideal para Pittsburgh, tendo dois excelentes LBs alinhando contra o ataque adversário. O grande desempenho de Vander Esch no Combine e a presença do ex-Boise State nas entrevistas da franquia da Pensilvânia confirmam ainda mais o interesse.

#29 – Jacksonville Jaguars: D.J. Moore (WR, Maryland)

Com a saída de Allen Robinson para os Bears e dispensa de Allen Hurns, o corpo de recebedores de Jacksonville necessita de um playmaker. Com excelente atuação no Combine, D.J. Moore pode ser um steal que ajudaria muito no ataque dos Jaguars. O wide receiver é veloz e tem boa impulsão. Não à toa foi eleito, em 2017, Big Ten Receiver of the Year e foi selecionado para first-team all-conference, apesar de receber passes de quatro QBs diferentes na temporada passada. Ele começou todos os 12 jogos, fazendo 80 recepções (recorde da universidade), para 1.033 jardas e oito TDs.

#30 – Minnesota Vikings: Kolton Miller (OT, UCLA)

A linha ofensiva dos Vikings teve muitas baixas por lesão na temporada de 2017. E com o investimento feito pela franquia em Kirk Cousins, nada mais justo que um seguro na forma de um grande bloqueador. Kolton Miller teve uma grande atuação no Combine, mostrando velocidade e agilidades acima da média. Contudo, tem de desenvolver sua força para jogar na NFL.

#31 – New England Patriots: Josh Jackson (CB, Iowa)

Com a saída de Malcolm Butler para os Titans, os Patriots devem apostar suas fichas em um dos melhores defensive backs deste Draft. Jackson é um grande ball hawk, e demonstrou isso em 2017, quando terminou o ano como liderando a nação com oito interceptações e 26 passes defendidos. Ele também conquistou o first-team AP All-American e as honras de first-team All-Big Tem como titular em 13 partidas, com 48 tackles, um fumble forçado e um chute bloqueado.

#32 – Philadephia Eagles: Malik Jefferson (OLB, Texas)

No fim da primeira rodada, os atuais campeões ocupam sua escolha com uma das poucas necessidades da equipe. O linebacker ex-longhorns venceu o Butkus Award (dado ao melhor LB do país) em 2014. Apesar de problemas com lesões, em 2017, Jefferson conseguiu se manter saudável e anotou incríveis 110 tackles, sendo líder dos Longhorns na estatística. O jogador é extremamente atlético. Ainda é um diamante a ser lapidado e precisa melhorar diversos aspectos de seu jogo, mas tem potencial altíssimo.

 

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