19/03/2019 - 07h13

[PRÉVIA] A Divisão Oeste da Liga Americana da MLB em 2019

Houston Astros tenta tricampeonato da AL Oeste, com Athletics e Angels também brigando pelo topo

Imagem relacionadaO Houston Astros conquistou o bicampeonato da Divisão Oeste da Liga Americana em 2018 e, apesar de não contar mais com algumas de suas talentosas peças (Dallas Keuchel e Marwin Gonzalez, por exemplo), entra em 2019 como favorito para o tricampeonato de sua divisão. Além disso, a franquia sonha em vencer mais uma World Series (seria uma grande história, não? Estamos para ver o início de uma nova dinastia?). Mas, Houston não está sozinho na disputa.

Oakland se provou uma grata surpresa na última temporada, terminando seis jogos atrás dos Astros na classificação; neste novo ano, os A’s vêm pensando em ir ainda mais longe e frustrar os planos de título dos texanos. Seattle começou 2018 pegando fogo, mas perdeu força no momento decisivo, ficando de fora da pós-temporada. Em 2019, os Mariners chegam em ritmo de reconstrução. O que isso significa? Os Mariners podem surpreender ou podem ficar apenas na média. O Los Angeles Angels depositou suas esperanças na chegada do multitalentoso Shohei Ohtani; entretanto, o japonês precisou passar pela cirurgia Tommy John (um legítimo balde de água fria!). Mesmo assim, os Angels trazem um elenco de jogadores habilidosos ofensivamente e não devem ser menosprezados (Mike Trout finalmente será reconhecido como MVP da Liga Americana?).

Por fim… o que falar do Texas Rangers? Difícil projetar algo positivo para eles em 2019. Só resta tentar trabalhar para devolver a felicidade ao time em um futuro próximo. Sempre bom lembrar que os Rangers conheceram o gosto de serem bicampeões da Liga Americana no início desta década e querem viver essa experiência novamente. Ou quem sabe, da sua primeira World Series…

Dito isso, confira como vem a AL West em mais uma prévia do The Playoffs para a MLB 2019.

TEXAS RANGERS
Campanha em 2018: 67-95 (5º na Divisão Oeste da Liga Americana)

Joey GalloO Texas Rangers vem de uma temporada fraca em 2018 (e estou sendo gentil ao dizer isso). Precisando entrar em um necessário processo de reconstrução, o time não terá mais as presenças de nomes conhecidos como os de Adrian Beltre e Doug Fister – ambos aposentados – e também perdeu outras peças – Robinson Chirinos migrou para os Astros, Matt Moore foi para os Tigers, Martin Perez está nos Twins e Tony Barnette integra os Cubs. A franquia dispõe de um elenco formado por uma mescla de jogadores veteranos na MLB e de jovens promessas, como os prospectos Taylor Hearn, Yohander Mendez e Willie Calhoun. Não consigo levar muita fé nos Rangers para 2019, mas a temporada que se avizinha pode marcar o início de um futuro melhor em Arlington (veremos!).

O ataque dos Rangers foi o 7º pior da liga em aproveitamento no bastão (24%) e passou longe de impressionar – WAR de apenas 15.0, em comparação com os 33.0 dos Dodgers, melhores da MLB na estatística. Rougned Odor, Elvis Andrus e Nomar Mazara deixaram a desejar, só citando alguns exemplos. O lineup ofensivo tem potencial e necessita tirar proveito disso, com claro destaque para Joey Gallo. Vale destacar outro ponto importante: a equipe é anfitriã em um dos ballparks mais convidativos a home runs de toda a liga – mais até do que o Coors Field, casa dos Rockies.

Já no montinho, Lance Lynn assinou contrato de três anos (US$ 30 milhões) e pode gerar alguma excitação, mesmo sendo um arremessador com dificuldades para se manter saudável. Outro bom nome a se mencionar é o de Mike Minor, principal peça da rotação na temporada passada. Além deles, Drew Smyly, Edinson Volquez e Shelby Miller completam o conjunto de arremessadores, que ainda depende de melhorias. Os Rangers não possuem grandes aspirações para 2019, com projeções (não muito otimistas) girando em pouco mais de 70 vitórias.

Provável lineup: Delino DeShields (CF), Elvis Andrus (SS), Shin-Soo Choo (DH), Nomar Mazara (RF), Asdrubal Cabrera (3B), Joey Gallo (LF), Rougned Odor (2B), Ronald Guzman (1B), Jeff Mathis (C)
Melhor rebatedor: Joey Gallo, com alto número de home runs nas últimas duas temporadas, poderá alcançar a marca dos 40 HRs novamente em 2019. Em 577 aparições no home plate em 2018, Gallo apresentou uma média de 35,9% de strikeouts sofridos e rebateu um home run a cada 12.5 at-bats.

Provável rotação: Mike Minor, Lance Lynn, Drew Smyly, Edinson Volquez, Shelby Miller
Provável closer: Jose Leclerc (12 saves em 2018, ERA de 1.56)
Melhor arremessador: Mike Minor, melhor arremessador da rotação em 2018, com ERA de 4.18 e WHIP de 1.12. Vindo de duas boas temporadas, podendo servir como uma moeda interessante de troca ou ajudar seu time a conquistar mais algumas vitórias do que o previsto.

Manager: Chris Woodward (desde 2019 /ainda sem retrospecto)

Briga por: fugir de segurar a lanterna

Projeção de posição na divisão: 5º lugar

Foto: Divulgação/MLB

SEATTLE MARINERS
Campanha em 2018: 89-73 (3º na Divisão Oeste da Liga Americana)

O Seattle Mariners começou 2018 pegando fogo, tudo indicava que a equipe do estado de Washington chegaria aos playoffs. Entretanto, no momento de definição, faltou a força que acompanhou os “Marinheiros” ao longo do ano. Com a chegada de 2019, veio a temida reconstrução. Mesmo parecendo que os Mariners não irão obter nada de muito palpável na próxima temporada, uma aquisição relevante foi realizada: a chegada do arremessador japonês Yusei Kikuchi, ex-Seibu Lions, que já causou boa impressão no Spring Training (2-1, 4.00 ERA). Não será surpresa se o jovem oriental vier a ser o ace da rotação.

Falando dos arremessadores, Seattle perdeu James Paxton para os Yankees e conta com um grupo até que interessante, formado – além de Kikuchi – por Marco Gonzales, Mike Leake, Wade LeBlanc e Felix Hernandez (que vive uma crise no seu “reinado”). Essa rotação, repleta de peças capazes de prover uma boa dose de estabilidade, é parte importante para o processo de rebuild dos Mariners. Olhando para o futuro, o GM Jerry Dipoto já mandou avisar que ele reside em prospectos como Justus Sheffield, Erik Swanson, Justin Dunn e Ricardo Sanchez.

No ataque, os “Marinheiros” não contam mais com Robinson Cano (mandado para os Mets) e Mike Zunino (jogador dos Rays agora), mas trazem Mallex Smith, Mitch Haniger, Kyle Seager, o récem-chegado Tim Beckham, entre outros; todos precisam entregar seus melhores desempenhos ou então, a reconstrução será longa. Ah, sempre vale a pena lembrar que o lendário Ichiro Suzuki ainda integra o elenco de Seattle. Para quem achava que o veterano não tinha mais garrafa vazia para vender, Suzuki deu mostras no Spring Training de que ainda é capaz de impressionar. Então, olho no japonês!

Provável lineup: Dee Gordon (2B), Mitch Haniger (CF), Jay Bruce (RF), Edwin Encarnacion (1B), Ryon Healy (3B), Domingo Santana (LF), Omar Narvaez (C), Daniel Vogelbach (DH), Tim Beckham (SS). Mallex Smith, lesionado, perderá a abertura da temporada no Japão; ao voltar, Smith deve o nº 1 no lineup e Haniger pode ir para o campo direito.
Melhor rebatedor: Mitch Haniger, mostra maior disciplina no bastão e reduziu suas médias de walk e strikeouts sofridos. Em 2018, Haniger acumulou bons números no que diz respeito a percorrer bases (.366 OBP) e gerar corridas (138 wRC+). É um jogador que merece atenção, positivamente.

Provável rotação: Marco Gonzales, Yusei Kikuchi, Mike Leake, Wade LeBlanc, Felix Hernandez
Provável closer: Hunter Strickland (14 saves em 2018, ERA de 3.97)
Melhor arremessador: Yusei Kikuchi. Felix Hernandez passa por momento nada tranquilo e James Paxton migrou para Nova Iorque. Kikuchi chegou causando boa impressão, principalmente se observarmos os números que o jovem traz de seu tempo no Seibu Lions – 2.77 ERA em oito temporadas, incluindo o melhor ERA da liga japonesa em 2017 (1.97) e uma média expressiva de 10.4 rebatedores a cada nove entradas.

Manager: Scott Servais (desde 2016/253 v-233 d)

Briga por: nada

Projeção de posição na divisão: 4º lugar

Foto: Reprodução Twitter/MLB

LOS ANGELES ANGELS
Campanha em 2018: 80-82 (4º na Divisão Oeste da Liga Americana)

O Los Angeles Angels chega em 2019 com um objetivo bem claro: superar as limitações de seus arremessadores e investir pesado em seu potencial ofensivo. Se isso der certo, a franquia espera ter a chance de tirar a Divisão Oeste da Liga Americana do controle do Houston Astros. Os Angels tiveram uma offseason bem movimentada. Foram várias as aquisições: Matt Harvey, Trevor Cahill, Cody Allen, Justin Bour, Tommy La Stella (ex-Cubs) e Jonathan Lucroy. E uma mudança importante também no dugout – chegou Brad Ausmus, saiu Mike Scioscia. É a primeira mudança de manager do LA Angels desde a virada do milênio!

Como eu disse anteriormente, os arremessadores formam o lado não muito feliz dos Angels. A franquia esperava ter o multitalentoso japonês Shohei Ohtani na condição de ace de sua rotação, mas o processo de recuperação da cirurgia Tommy John tira Ohtani do montinho até 2020. Nenhum dos titulares tem projeção de ERA abaixo de 3.97 para 2019. A solução? Torcer para que Matt Harvey possa reencontrar seu melhor jogo e para que Cody Allen, ex-closer dos Indians, melhore seu desempenho e se afaste dos números nada interessantes de 2018 – 4.70 ERA e WHIP de 1.36.

O contraponto são os rebatedores. E que grupo de rebatedores o Los Angeles Angels possui! Liderados por Mike Trout, agora de contrato novo, os Halos depositam suas esperanças de suplantar os Astros em Justin Bour, Kole Calhoun, Albert Pujols, Jonathan Lucroy, Zack Cozart, David Fletcher e no próprio Shohei Ohtani, que deve retornar ao lineup no mês de maio, substituindo Pujols na posição de rebatedor designado.

Provável lineup: Zack Cozart (3B), Mike Trout (CF), Justin Upton (LF), Justin Bour (1B), Albert Pujols (DH), Andrelton Simmons (SS), Kole Calhoun (RF), David Fletcher (2B), Jonathan Lucroy (C)
Melhor rebatedor: Mike Trout. Tudo indica que o menino vem para mais um ano produtivo. Seus números têm sido assombrosos ao longo da carreira (.990 OPS, 175 OPS+, 30.7% de aproveitamento no bastão) e há espaço para produzir ainda mais.

Provável rotação: Tyler Skaggs, Andrew Heaney, Matt Harvey, Trevor Cahill, Jaime Barria
Provável closer: Cody Allen (27 saves em 2018, ERA de 4.70)
Melhor arremessador: Difícil essa, viu? Queria poder dizer que é o Ohtani-san. Mas como ele está de molho, não seria justo. Vou de Matt Harvey. Motivo? Gostaria de ver Harvey fazer valer sua fama de “Cavaleiro Negro de Gotham”.

Manager: Brad Ausmus (desde 2019/ainda sem retrospecto)

Briga por: playoffs

Projeção de posição na divisão: 3º lugar

Foto: Reprodução Facebook/Los Angeles Angels

OAKLAND ATHLETICS
Campanha em 2018: 97-65 (2º na Divisão Oeste da Liga Americana. Eliminado pelo New York Yankees no AL Wild Card Game)

Khris DavisChegou o momento de falar dos surpreendentes Athletics. Que ano de 2018, não? A equipe tinha a 3ª menor folha salarial da liga e teve uma ótima 2ª metade de temporada (42-23), não indo longe nos playoffs – “graças” aos Yankees, no jogo de Wild Card da Liga Americana. E os A’s querem voltar à pós-temporada em 2019.

Os californianos também viraram centro das atenções por outra razão, durante a offseason: o quarterback Kyler Murray, que foi draftado pela franquia no ano passado e estava de olho em uma chance na NFL. Entre o beisebol e o futebol americano, Murray optou pela bola oval, frustrando momentaneamente os planos da equipe comandada pelo manager Bob Melvin.

As mais significativas baixas no elenco de Oakland ficam por conta da ida de Jed Lowrie para os Mets, junto com Jeurys Familia. No ataque, o trio Matt Chapman/Matt Olson/Khris Davis pode ajudar a manter a produção da franquia nos níveis de 2018. Mas não apenas eles. Jurickson Profar, Nick Martini, Stephen Piscotty e Ramon Laureano apresentaram bons números na última temporada, completando um lineup de respeito. Com todo essas opções no lado ofensivo, e também no defensivo, a mensagem é clara: se bobearem, os A’s podem ir longe!

No que diz respeito ao corpo de arremessadores, o grupo titular pode gerar algumas emoções. É uma rotação que nem muito ajuda, nem muito atrapalha. Mike Fiers teve boa segunda metade de temporada no ano passado e Marco Estrada pode ter a chance de recuperar seus melhores dias, após dificuldades nos Blue Jays. Outros como Frankie Montas e Daniel Mengden surgem como nomes razoáveis. E quando mudamos o foco para o bullpen, aí encontramos uma das maiores forças dos Athletics.

O closer Blake Treinen teve um 2018 assombroso, acumulando um ERA de apenas 0.78 e seu WHIP ficou em expressivos 0.83. Lou Trivino, Joakim Soria e Yusmeiro Petit são algumas das peças que ajudaram Oakland a ter o 3º melhor ERA de 2018 (3.37). Por fim, o jovem Jesus Luzardo – de apenas 21 anos e com habilidade provada nas Ligas Menores de induzir strikeouts e bolas rasteiras – surge como um possível elemento estabilizador (seja vindo do forte bullpen ou integrando a rotação titular).

Provável lineup: Robbie Grossman (LF), Matt Chapman (3B), Matt Olson (1B), Khris Davis (DH), Stephen Piscotty (RF), Jurickson Profar (2B), Ramon Laureano (CF), Marcus Semien (SS), Nick Hundley (C)
Melhor rebatedor: Confesso que fiquei um pouco em dúvida, mas vou de Khris Davis. Um dos mais consistentes jogadores da liga na posição de rebatedor designado, apresentando um incrível desempenho de, no mínimo, 24.7% por quatro anos seguidos. Davis liderou a MLB no quesito home runs (48) e terminou em 8º na disputa pelo título de MVP da Liga Americana.

Provável rotação: Mike Fiers, Marco Estrada, Brett Anderson, Daniel Mengden, Frankie Montas
Provável closer: Blake Treinen (38 saves em 2018, ERA de 0.78)
Melhor arremessador: Blake Treinen, sem dúvidas. Acho que seu ERA de 0.78, seu WHIP de 0.83 e seus 38 saves em 2018 falam por si só, né?

Manager: Bob Melvin (desde 2011/634 v-599 d)

Briga por: playoffs

Projeção de posição na divisão: 2º lugar

Foto: Divulgação/MLB

HOUSTON ASTROS
Campanha em 2018: 103-59 (Campeão da Divisão Oeste da Liga Americana. Eliminado pelo Boston Red Sox na ALCS)

Jose Altuve, Houston AstrosSim, os Astros não têm mais o mesmo elenco com o qual venceram a World Series contra o Los Angeles Dodgers. Mesmo assim, a franquia quer o tricampeonato de sua divisão (feito para o qual chega como favorita) e deseja enormemente faturar seu segundo Comissioner’s Trophy nas últimas três temporadas, conquista esta que poderia nos colocar frente ao nascimento de uma nova dinastia na MLB. Será?

O lineup de Houston não tem mais a presença de Marwin Gonzalez (agora, jogador dos Twins), Martin Maldonado e Brian McCann (ambos via free agency). Mas, o time adquiriu o outfielder Michael Brantley, que pode ser uma ótima adição ao grupo de ataque; Brantley perdeu a temporada de 2016 e uma parte da temporada seguinte, mas correu atrás do tempo perdido e apresentou números interessantes em 2018. Junto com Brantley, temos o habilidoso quarteto que deve figurar no topo da ordem (Springer, Bregman, Altuve, Correa) e outros nomes (Gurriel, Reddick, White, Chrinos) fazendo deste corpo de rebatedores, um adversário ainda bem difícil de se enfrentar – aqui se faz necessário o devido crédito aos atuais campeões Red Sox, merecedores do título após superar o melhor time da AL Oeste.

No montinho, o manager A.J. Hinch não possui um bullpen com nomes estelares (não vamos encontrar ninguém do calibre de Aroldis Chapman ou de Josh Hader). No entanto, é um grupo composto por jogadores que podem executar bem as funções designadas. Na rotação titular, Collin McHugh e Brad Peacock serão bem úteis; Charlie Morton foi para os Rays, Lance McCullers está de molho por causa da cirurgia Tommy John e o time perdeu Dallas Keuchel para a free agency. Wade Miley vem oscilando nas últimas temporadas, mas apresentou melhoras em 2018 pelos Brewers.

E o posto de ace da rotação titular segue com Justin Verlander. Formando boa dupla com Gerrit Cole, Verlander – no alto dos seus 36 anos – mantém desempenho de respeito, capaz de brigar pelo prêmio Cy Young.

Provável lineup: George Springer (CF), Alex Bregman (3B), José Altuve (2B), Carlos Correa (DH), Michael Brantley (LF), Yuli Gurriel (1B), Josh Reddick (RF), Tyler White (DH), Robinson Chirinos (C)
Melhor rebatedor: Fica complicado escolher o melhor entre tantas opções ótimas. Vou de José Altuve. O venezuelano não teve um 2018 tão bom como tradicionalmente costuma ser (e olha que ele terminou a temporada com 31,6% de aproveitamento), mas seus números na MLB fazem dele um rebatedor precioso e de suma importância.

Provável rotação: Justin Verlander, Gerrit Cole, Wade Miley, Collin McHugh, Brad Peacock
Provável closer: Roberto Osuna (21 saves em 2018, ERA de 2.37)
Melhor arremessador: Justin Verlander. Com 36 anos de idade, o ace dos Astros impressiona, se mantém em nível de disputa pelo prêmio Cy Young na Liga Americana e vem de uma ótima temporada (2.52 ERA, 0.90 WHIP).

Manager: A.J. Hinch (desde 2015/374 v-274 d)

Briga por: título de divisão e World Series

Projeção de posição na divisão: 1º lugar

Foto: Divulgação/MLB

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